terça-feira, outubro 17, 2006

Cartão Família

Era uma promessa eleitoral e parece que vai avançar em breve. Anunciada por Daniel Campelo num encontro de autarcas do PP, a medida foi elogiada pelo líder nacional do partido que pretende empunhar a bandeira da oplítica da família.
O público alvo do cartão são as famílias numerosas e as mais carenciadas. Nada a dizer, por ser benéfica para o concelho e discriminar positivamente agregados com grandes encargos ou com dificuldades financeiras.
O que não se entende é que um concelho com estas preocupações e toda esta sensibilidade para a família (designadamente as que têm muitos filhos e as que vivem com dificuldades), não exista um sistema de acção social escolar para alunos do primeiro ciclo do ensino básico. É que essas crianças são precisamente as mesmas que vão beneficiar de descontos nas taxas de saneamento, nas tarifas da água, entradas em museus, teatros e piscinas municipais. Afinal, a educação e as crianças são ou não prioridade do município de Ponte de LIma?

segunda-feira, outubro 16, 2006

Os postes no nosso caminho!

O Cardeal Saraiva denunciou a existência de postes de iluminação que ocupam grande parte do passeio para peões na Rua Dr. Luís Gonzaga. De facto não se compreende, tendo em conta que são já postes antigos e inestéticos que deveriam ser "varridos" pela onda de renovação de mobiliário urbano a que temos assistido nos últimos anos. Mas não, estão de pedra e cal numa semana em que se celebrou em Ponte de Lima o "Dia da Bengala Branca", promovido pela associação de cegos ACAPO. Com obstáculos daqueles os nossos concidadãos cegos e aqueles que necessitam de cadeira de rodas para se movimentarem, não gostariam de passear em Ponte de Lima, sobretudo quando de todos é sabido que não é apenas aquela rua que sofre desse problema

sábado, outubro 14, 2006

O Fomento da leitura

No ano-lectivo em que entra em vigor nas escolas nacionais o Plano Nacional de Leitura, que visa genericamente elevar os níveis de leitura e de literacia dos portugueses, após um Verão sempre trepidante de actividades de rua, que retira o cidadão de espaços fechados mais frequentados no Inverno e inspirados em iniciativas de outros Municípios, deixamos a seguinte sugestão.
Ler no Verão tem outro encanto…
Mais disponibilidade, maior propensão, relaxamento, motivação para o enriquecimento, são algumas das razões pelas quais o Verão apela mais à leitura, entre outras coisas, como é evidente.
São os mais recentes títulos da ficção nacional ou estrangeira, os clássicos, ensaios, os livros de autores limianos mais recentes ou do passado, os ensaios, jornais e revistas. Tudo se lê mais no Verão.
Promover a leitura, mas sobretudo umas férias mais ricas pode ser uma boa e apreciada iniciativa.
A Biblioteca Municipal de Ponte de Lima é modelar no seu funcionamento, na articulação com a comunidade, mas não pode cristalizar. A animação da leitura na biblioteca e nas escolas, a animação da leitura nos espaços públicos, a apresentação de novos livros, o encontro com autores, a divulgação alargada e intensiva do livro limiano, a animação e fomento das bibliotecas escolares e das Juntas de Freguesia são algumas, entre as muitas iniciativas que podem ser levadas a cabo.
Mas, no Verão, no meio de tantas iniciativas, festivais, feiras, festas e romarias, a instalação de espaços públicos de leitura seria uma autêntica pedrada no charco, uma luz intensa e diferente no meio do clarão das noites quentes de estio.
Pequenos quiosques com livros, jornais e revistas à disposição de todos podem ser instalados em locais tão diversos como a Piscina Municipal e Festival de Jardins, Parque e Jardins do Arnado, Avenida dos Plátanos e Largo de Camões, onde aquele fim de tarde é, pura e simplesmente, irresistível.

quarta-feira, outubro 11, 2006

ONDE ESTÁ A ACÇÃO SOCIAL ESCOLAR NO 1º CICLO?

Os alunos da Gemieira já frequentam o moderno Centro Escolar da Ribeira. Os interesses das crianças prevaleceram, felizmente.
O que não parece edificante é o facto dos encarregados de educação da Gemieira terem ficado a cantar vitória, já que lhes foram garantidas refeições a 1€ numa escola que as cobra a 1,18. Como dizia um conhecido actor, "não havia necessidade...". Do que há necessidade é de um sistema de acção social escolar para o Primeiro Ciclo do Ensino Básico, à semelhança do que acontece noutros concelhos. Um sistema que permita às crianças oriundas de famílias carenciadas beneficiarem de refeições gratuítas (ou a metade do preço), de livros e material escolar gratuíto ou parcialmente subsidiado. Ponte de Lima é, hoje em dia, um oásis, pois é o único concelho do distrito que teima em não implementar um sistema que tanto ajudaria os mais carenciados.
Apesar dos riscos de aproveitamento que uma medida destas poderia arrastar, evitar-se-ia que os prejudicados sejam aqueles que mais necessitam!

domingo, outubro 08, 2006

Foi a sério?

Por vezes a política traz consigo situações anedóticas e mesmo hilariantes. Com alguns políticos bem dispostos, ficamos mesmo sem saber quando falam verdade ou quando estão a tentar divertir o povo.
Foi nesta angústia que fiquei quando li as declarações do Vereador da Protecção Civil do Município de Ponte de Lima. Afirmou que encontrou a solução para o cíclico flagelo dos incêndios: nada mais, nada menos do que o fomento, incentivo e promoção da pastorícia, para que os caprinos possam fazer a limpeza de matos.
Tão simples e brilhante que nunca ninguém se tinha lembrado de tal!
E porque não começar com as Juntas de Freguesia (seu pelouro também), financiando a compra dos seus próprios rebanhos para comer o pasto dos baldios?; E financiando o próprio Estado para que as suas matas sejam invadidas por cabras e ovelhas?; E, já agora, abrindo uma linha de financiamento a particulares para que se dediquem à pastorícia no minifúndio minhoto?
Ou será mais uma anedota para juntar à do arbusto, plantado no meio de uma passadeira, mas que não é inconveniente porque a passadeira é larga?

quarta-feira, outubro 04, 2006

Dar mais vida aos jardins!

Ponte de Lima já é uma das capitais dos jardins. Muitas zonas ajardinadas, tanto no centro da vila como nas margens do Rio Lima, tornam a vila ainda mais bela. No entanto, é fundamental que aqueles espaços sejam mais animados e aproximados dos potenciais frequentadores.
Por exemplo, seria interessante que alguns jardins (talvez os menos frequentados actualmente) pudessem ter um pequeno espaço para que os proprietários aí levassem seus os cães e gatos, onde teriam as condições necessárias para deposição e posterior remoção de dejectos.
Por outro lado, nota-se a falta nos jardins da vila de Ponte de Lima (centro da vila) de parque ou parques infantis, uma excelente solução para os tornar mais frequentados e animados.

segunda-feira, outubro 02, 2006

Ai o ambiente…

De repente, parece que tudo desabou em Ponte de Lima. Uma moradia ruiu por completo na freguesia de Arcozelo, devido a uma forte explosão. Em matéria ambiental, os últimos dias também nos trouxeram nefastas notícias.
A triste sina do Rio Lima continua. Depois de análises pouco convidativas ao banho nas suas águas, a extracções clandestinas de areia voltaram a ser notícia, designadamente na freguesia da Ribeira. O Molima denunciou mais um caso que as autoridades têm dificuldades em contrariar, voltando à memória dos limianos todos os malefícios e vidas ceifadas pela ganância da extracção daqueles que já foi apelidado de “ouro branco”.

Para os lados da Quinta da Graciosa deu-se o abate ilegal de algumas dezenas de sobreiros que levou à intervenção dos serviços florestais. O mal estava já feito, sempre em nome de mais alguns metros quadrados de construção e de projectos aprovados pelo Município que não respeitam a natureza e a manutenção de espécies arbóreas cada vez mais raras no concelho.
Por fim, as pedreiras de Arcozelo. Um articulista limiano troca a estética da paisagem pelo impacto económico da actividade de exploração de pedra em Arcozelo que esventrou a Serra d’Antelas. Troca, certamente, o presente pelo futuro. Não é um bom caminho. Todos vamos ficar a perder, sobretudo aqueles a quem a ganância do lucro fácil está a cegar, pois vão destruir rapidamente o seu próprio sustento, à custa do bem comum.
A Serra d’Antelas é património do concelho, não um joguete à mercê de quem dele se apropriou. E está a ser o petróleo para alguns (que poucos ou nenhuns impostos pagam) à custa do trabalho (e em que condições!) de muitos.
Regras, ordenamento, direitos e deveres são necessários. Mas enquanto esse trabalho vai sendo realizado, muito lentamente, a Serra continua a desaparecer mesmo na frente dos nossos olhos.

sábado, setembro 30, 2006

BALANÇO DAS FEIRAS NOVAS. Dê a sua opinião aqui.
TRISTEMENTE...

Viana do Castelo não aparece nos mapas de Portugal da TAP onde, além de muitas outras localidades, constam todas as capitais de distrito. Talvez a "Princesa do Lima" seja considerada na IBÉRIA...
Uma falha que não pode deixar de merecer reflexão, tal o nível de esquecimento a que o Alto Minho é votado lá por Lisboa.
E, como se não bastasse, Viana do Castelo é uma das capitais de distrito menos competitivas do continente português, de acordo com um estudo de dois investigadores da Universidade do Minho, referenciado no Público de hoje!

sexta-feira, setembro 29, 2006

Um modelo exemplar de intervenção social

A complexidade do quotidiano é cada vez maior. As dificuldades colocadas às famílias são enormes, o voluntariado é cada vez menor, pois o tempo escasseia. O individualismo tem campo e condições de desenvolvimento como nunca teve.
As ideias podem ser simples, embora a complexidade da sua activação possa ser grande. Em Valongo, a “Agência para a vida local” disponibiliza aos seus munícipes vários serviços.
Deles destacamos o “Espaço Infantil Imediato” onde pais, avós e encarregados de educação podem deixar os seus filhos, netos ou educandos ao cuidado de técnicos especializados durante um máximo de 5 horas semanais. O pagamento do serviço é feito em tempo, gerido pelo “Banco do Tempo” onde o tempo utilizado para a guarda das crianças deve ser dado para outros projectos de voluntariado. Neste peculiar banco, qualquer habitante do concelho pode oferecer o seu tempo, recebendo outros serviços como pagamento.
A comunidade fica enriquecida pelo que recebe e pelo que dá. Um utilíssimo serviço prestado é o da informação, onde tudo pode ser perguntado. Outra “moeda” utilizada na AVL é a formação para jovens e seniores no campo das novas tecnologias.

Aqui dar e receber é, com toda a certeza, um prazer!

quarta-feira, setembro 27, 2006

Escola Superior Agrária deu a volta por cima!

Exceptuando o curso de Engenharia Agronómica (8 colocados em 24 vagas – 33%), os restantes cursos da escola Superior Agrária de Ponte de Lima (Biotecnologia, Enfermagem Veterinária e Engenharia do Ambiente) ficaram completos na 1ª fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior.
Está de parabéns a ESA que assim conseguiu inverter a desertificação crescente que os seus cursos estavam a sofrer, através da criação de novos cursos, motivadores e potenciadores de um melhor futuro para os candidatos.
No reverso da medalha encontra-se a Escola Superior de Ciências Empresariais de Valença, que nasceu sem o dever, e que agora pode estar a sofrer de uma doença incurável que a pode levar à morte (40% das vagas ocupadas).

domingo, setembro 24, 2006

MAIS UMA PROEZA DA CANOAGEM LIMIANA

A selecção portuguesa de canoagem conquistou hoje mais uma medalha nos Mundiais de maratonas, com o bronze da C2 Nuno Barros/José Sousa. Nuno Barros é atleta do Clube Náutico de Ponte de Lima e tem formado com José Sousa (CN Crestuma) uma dupla que tem feito sucesso internacional, com o bronze nos Europeus de 2005 e triunfo na Taça do Mundo de 2004.
É com uma grande satisfação que aqui sublinhamos mais um importante resultado para o desporto limiano, para o Clube Náutico e, obviamente, para Nuno Barros a quem endereçamos as nossas felicitações.

BALANÇO DAS FEIRAS NOVAS

Feiras Novas

Quando as Feiras Novas deixo
Bato a porta e me comovo
Porque essa porta que eu fecho
Só p’ró ano abre de novo!

Casimiro Pereira Alves (1º prémio Consurso de Quadras Populares – Feiras Novas 2006)

Em jeito de balanço, algumas considerações sobre as "Feiras Novas" 2006, para projectar 2007 num espaço de reflexão crítica, sempre com o objectivo de melhorar a qualidade de "A Festa".

Feiras Novas 2006 – Sucesso

- na limitação da instalação de vendedores na Avenida dos Plátanos;
- na diminuição global de vendedores na romaria;
- no aumento de lugares de estacionamento;
- a experiência da Expolima, com um ambiente jovem e descontraido, apesar dos excessos e da necessidade de alguns ajustes no espaço;

Feiras Novas 2006 – A rever

- limpeza das ruas da vila, muito sujas e mal cheirosas logo pela manhã;
- ordenamento da zona de acesso limitado ou interdito, onde o estacionamento era caótico;
- preços praticados aos comerciantes locais pelo aluguer do terrado (um grande exagero);
- falta de um posto de primeiros socorros na Expolima;
- a ausência dos cavalos e cavaleiros da GNR na abertura dos cortejo histórico e procissão;
- não haverá crianças para a procissão?
- a zona das Pereiras e a festa jovem ficaram a perder com a ausência de música.

Este foi também um ano ímpar em novas publicações sobre as Feiras Novas, assinalando de uma forma indelével os 180 anos de “A Festa”: Recordamos Amândio Vieira com “Feiras Novas 1826-2006”, os variadíssimos textos do Anunciador das Feiras Novas”, a reedição da "Pequena História das Feiras Novas" de Adelino Tito de Morais, a edição especial Feiras Novas (em revista) do bi-semanário Alto Minho e a poesia de Menã e Dores Malafaia. Hoje é possível conhecer melhor e recordar as feiras novas de sempre…


Queremos fazer também o balanço das festas do concelho de Ponte de Lima 2006 com a ajuda dos leitores do "Parar para Pensar". Depois das mudanças operadas, das polémicas que antecederam a romaria, partilhem connosco a vossa opinião.

sexta-feira, setembro 22, 2006

Bombeiros Voluntários de Ponte de Lima celebram 119º Aniversário

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Ponte de Lima celebram no dia 24 de Setembro o seu 119º aniversário, momento para recordar e exaltar os importantes serviços que a instituição tem prestado ao concelho.
O Programa inicia-se às 9h30 com o hastear das bandeiras no quartel da associação, seguindo-se uma Missa Solene na Igreja Matriz, celebrada pelo Capelão da corporação. No final, no Largo da Matriz, proceder-se-á à bênção de duas novas viaturas, que vêm enriquecer o seu parque automóvel e colmatar as lacunas existentes: um veículo pesado de combate a incêndios, equipado com todos os meios para sinistros de cariz urbano, que se destina a substituir um veículo que já tem mais de 25 anos de serviço; uma ambulância de transporte de doentes, incluindo automatismo para cadeiras de rodas.
Finda a bênção das viaturas, ocorrerá o tradicional desfile de viaturas por algumas das principais zonas da vila e seus arredores.
O programa encerrará à tarde, com uma romagem aos cemitérios, para homenagear e recordar os bombeiros e dirigentes já falecidos.
Nestes momentos, os Bombeiros de Ponte de Lima, além do dispositivo humano e material instalado no seu quartel/sede, têm também em funcionamento uma secção na freguesia de Freixo. É talvez a maior corporação de bombeiros do Alto Minho, tanto em meios como no serviço que é, diariamente, chamada a efectuar. Por isso, apesar das dificuldades financeiras que continua a atravessar continua a ter um papel essencial na cena limiana e merece o carinho de todas as pessoas, empresários, instituições públicas e privadas na prossecução dos seus objectivos, designadamente a reorganização administrativa e financeira que está a operar, o reequipamento, sobretudo ao nível do material de protecção individual dos, aquisição de uma nova viatura pesada de combate a incêndios florestais (as actuais têm mais de 20 anos de serviço e desgaste intenso) e novas ambulâncias para concluir o processo de reequipamento iniciado há quatro anos.

quinta-feira, setembro 21, 2006

Mais vale tarde…

O IMI vai baixar, estando a decisão apenas dependente de aprovação na próxima Assembleia Municipal, a realizar no dia 22 de Setembro. É uma excelente notícia para os limianos que, na sua grande maioria, viram os impostos aumentar desde a entrada em vigor do novo Imposto Municipal sobre Imóveis.
Esta decisão vem também confirmar aquilo que aqui já tinha sido dito. O IMI e a taxa máxima definida pela autarquia desde a sua implementação, iriam ser prejudiciais para os proprietários de Ponte de Lima, sobretudo os pequenos proprietários com dificuldade em suportar esses compromissos. Além de um pequeno alívio nos bolsos dos pequenos proprietários, a nova taxa do IMI é também um sintoma novo em Ponte de Lima. Esta é uma decisão amiga do investimento e do desenvolvimento económico, que tem estado tão arredado do concelho devido às políticas do Município. São necessários mais incentivos ao investimento, que se consubstanciam em redução de impostos e taxas e, por exemplo, na venda de terrenos para a indústria a preços simbólicos. Só com emprego, se possível qualificado e bem remunerado, se aumenta o rendimento disponível e o investimento.

quarta-feira, setembro 20, 2006

A Gemieira, a escola, os pais e a autarquia. Alguém pensou nas crianças?

Felizmente o bom-senso imperou na Gemieira. Depois de dias de luta contra o encerramento da escola, os pais decidiram enviar os seus filhos para a escola a partir do dia 21 de Setembro. O texto que abaixo segue já estava escrito, mas não deixa de ser pertinente, sobretudo no suporte a uma decisão dos encarregados de educação que só peca por tardia.

Estamos no séc. XXI, o nível de exigência dos portugueses é cada vez maior, os desafios com que nos confrontamos são crescentes em quantidade e complexidade.
Depois de ter ficado bem claro que a autarquia informou no início do ano as gentes da Gemieira que a escola continuaria aberta no presente ano-lectivo, mas deu o dito por não dito porque a carta educativa, entretanto aprovada, previa o encerramento da escola (mas não dizia quando…), naquela freguesia parece que ainda não se pensou nas crianças, na melhoria da qualidade das instalações escolares, nos meios ao seu dispor e nas estruturas de apoio ao ensino, ou seja, num passo em frente de muitos anos em termos sociais e pedagógicos. Não é escondendo a verdade (que a escola teria 30 alunos em vez dos 24 matriculados; que nada ainda se sabe do transporte ou quem o vai pagar) que se ajuda os alunos, envolvidos nesta polémica sem nada terem a ver com ela.
Adiante. Protestar para manter aberta por apenas mais um ano uma escola do séc. passado, sem perspectivas de futuro e com um número de alunos que apenas permitiria a constituição de uma turma com 4 anos de escolaridade, é inglório e pouco racional. O presente mas, sobretudo, o futuro não se compadecem com o romantismo cego de manter uma estrutura que já não serve aos alunos. Porque são eles que vão frequentar a escola, porque são eles o objecto e o centro da educação.

segunda-feira, setembro 18, 2006

Teatro Diogo Bernardes – 110 anos!

Passados 110 anos da sua fundação, depois de muitos altos e baixos, o esplendoroso pano de boca (uma reprodução) volta à cena. É a nossa casa, é a memória colectiva dos limianos recolocada bem perto do público.
O Município entendeu, e bem, assinalar esse facto no próximo dia 24 de Setembro, com um programa a condizer com o momento.

quinta-feira, setembro 14, 2006

BREVES DAS FEIRAS NOVAS...

A Igreja de Sto António ficou às escuras para as Feiras Novas pois, segundo nos confidenciaram, a Confraria não terá permitido a utilização de pregos na fixação da iluminação. É pena, pois apesar da festa decorrer na margem esquerda, a ponte e a igreja de Sto. António constituiam o mais belo e emblemático ex-libris luminotécnico das Feiras Novas;

Os Tractores e alfaias agrícolas já invadiram a Avenida António Feijó. Em tempos de mudanças e novidades organizativas nas festas, a proposta do Vereador Dr. Jorge Silva além da pertinência, ganha o selo de urgente na concretização. Junto à feira do gado, constituiria um belo conjunto e ganharia em coerência. E a principal entrada da vila ganharia dignidade para as suas festas maiores...

Nos 180 anos das Feiras Novas, falta uma merecida homenagem a quem as ergueu ano após ano. O povo faz as festa, mas são Homens que colocam as festas em pé!

Depois de alguns anos colocada no centro da festa, sobretudo pelos mais jovens, a zona das Pereiras vai experimentar um novo modelo, menos ruidoso e certamente muito menos animado. A "movida" passa para S. João, uma zona mais árida e menos calorosa. Ficará a festa a perder?

É uma excelente medida o desanuviamento da Avenida dos Plátanos, libertando a bela paisagem do Rio Lima que daí se pode apreciar. A festa e aqueles que a visitam ficam a ganhar.

Mais locais e maior capacidade de estacionamento podem ajudar a uma mais desanuviada entrada em Ponte de Lima, se a organização das forças policiais assim o permitir...

A todos os leitores de "Parar para Pensar" que vierem até Ponte de Lima nos dias 15, 16, 17 e 18 de Setembro, desejo umas grandes "Feiras Novas", porque esta é uma festa única, nova e irrepetível ano após ano.

quarta-feira, setembro 13, 2006

JN ABORDA A AUSÊNCIA DE MÚSICA GRAVADA NA ZONA HISTÓRICA DURANTE AS FEIRAS NOVAS

Empresários de animação nocturna estabelecidos no centro histórico de Ponte de Lima e algumas vozes da Oposição à maioria autárquica, com relevo para o PS, manifestaram-se contra a proibição de música gravada ao ar livre naquela zona da vila durante os dias das festas do concelho, as tradicionais Feiras Novas, que arrancam na próxima sexta-feira.

Desta feita, Câmara e comissão de festas decidiram-se por transferir a animação para os recém- -inaugurados espaços da Expolima, na Alameda de S. João, junto ao rio Lima, proposta vista como "muito má" pelos empresários, observando Jorge Silva, vereador socialista no Executivo liderado por Daniel Campelo (CDS-PP), que o "esvaziamento" do que se tornou, nos últimos anos, o "centro nevrálgico" da animação "poderá não ser a decisão mais oportuna".

Responsável pelo "Girabola", bar situado no coração da vila, Fernando Abreu refere que a animação desenvolvida há perto de década e meia naquela parte da vila "poderá não corresponder à tradição, mas é procurada por elevado número de pessoas, que se deslocam a Ponte de Lima por estas alturas". Assinalando que os cinco empresários estabelecidos no centro histórico com bares fizeram ver isso à Autarquia e à comissão de festas, disse que "de nada valeu o esforço". Partilhando do comentário, José Antunes, do bar "S.A.", indicou que as preocupações com questões de segurança, argumento invocado pela Autarquia, segundo disse, "estão, também, na mente dos empresários, que propuseram uma solução de recurso (que passaria pela limitação do horário da música gravada), solução essa que também não viria a ser aceite. Na nossa opinião, são as Feiras Novas que ficam a perder".

Opinião distinta sobre a questão tem o vereador da Cultura e presidente da comissão das festas, Franclim Sousa, para quem a organização da romaria deste ano "apostou num formato diferente, no sentido de proporcionar melhores condições e mais segurança às pessoas que visitam Ponte de Lima nessa altura".

Refira-se que nos espaços da Expolima estarão representados quatro dos cinco bares do centro histórico, desembolsando cada empresário um milhar de euros pelo aluguer da estrutura.

segunda-feira, setembro 11, 2006

O PREÇO DA PALAVRA!

O início do ano-lectivo traz sempre alguma agitação. Num ano em que, no país, fecharam centenas de escolas, algumas delas no concelho de Ponte de Lima, o único caso de contestação vem da Gemieira, escola inicialmente apontada para encerrar mas que, na sequência da reacção de pais e autarcas locais, foi decidido manter (a Câmara, pela voz do seu Vereador da Educação, transmitiu aos contestatários que teria sido a DREN a tomar essa decisão...). Ora, às portas do início do ano-lectivo sabe-se que, afinal, a escola da Gemieira vai fechar, provocando a natural revolta daqueles que já tinham assente que a antiga escola afinal continuaria aberta. A justificação da autarquia não tardou: o encerramento cumpre o estipulado na Carta Educativa e esta foi aprovada pela Câmara Municipal e Assembleia Municipalo (onde tem assento o Presidente da Junta de Freguesia da Gemieira, que deve ter votado favoravelmente o documento).
Escreve estas linhas quem concorda com o encerramento de escolas com reduzido número de alunos, quem vê no Centro Escolar da Ribeira (novo destino das crianças da Gemieira) uma estrutura com excelentes condições, mas também quem sabe que a carta educativa preconiza o encerramento da escola da Gemieira, mas não diz quando tal poderá ou deverá acontecer.
O que faltou e falta é coragem no Município de Ponte de Lima. Em primeiro lugar para enfrentar os protestos, preferindo anunciar decisões de terceiros (DREN) que nunca as anunciaram de viva voz, em vez de assumir as suas (o Município para manter a escola aberta bastaria ter dito que não tinha possibilidades para assegurar transporte e alimentação aos alunos); finalmente, atira para as costas da "muda" carta educativa e do Presidente da Junta da Gemieira a culpa do encerramento da escola, em vez de cumprir a palavra (dos outros) dada (por si) no início deste ano.
Que trapalhada!

A CIDADANIA FAZ-SE AQUI. Diga-nos o que pensa do grande caso do arranque do ano-lectivo em Ponte de Lima!

A CIDADANIA FAZ-SE AQUI. NÃO DEIXE DE DAR A SUA OPINIÃO! Diga-nos o que serão as Feiras Novas sem música e animação na zona das Pereiras?

terça-feira, setembro 05, 2006

FEIRAS NOVAS COMO SEMPRE!
NÃO VAMOS DESISTIR!

Retirar a música gravada da zona das Pereiras é esvaziar por completo aquele espaço de animação.
Definam-se regras rígidas. Mas discordo frontalmente e em absoluto, da decisão do município e da Comissão de Festas, respaldada num relatório policial que ninguém conhece e sem procurar soluções para corrigir os problemas eventualmente detectados. As consequências podem ser nefastas para quem deseja que a animação continue e que as Feiras Novas continuem a ser uma referência para todos os escalões etários.
De entre as regras que podem ser definidas e implementadas, sugiro as seguintes:
- definição de uma hora limite para a passagem de música gravada (3 ou 4 horas) e para a abertura dos bares (4 ou 5 horas);
- limite do número de colunas, bares exteriores e dimensão dos mesmos;
- alargamento da zona de animação até à Rua Inácio Perestrelo, Largo de S. José, Rua Fonte da Vila e Largo de S. João, com instalação de bares exteriores nestas zonas;
- a implantação de um posto de primeiros socorros (na zona da Capela das Pereiras) que evite o vai e vem de ambulâncias por entre a multidão, e uma intervenção mais rápida no local;
- presença permanente de um corpo de segurança na zona;
- utilização da zona da Expolima como um "after hours" que receba os frequentadores das Pereiras após o "encerramento" desta;

O jornal Público de 2006/09/13 publicava algumas sugestões para Setembro. A dado ponto dizia o seguinte:

"E se começarem a apertar as saudades das festas populares estivais, é meter-se à estrada e só parar em Ponte de Lima, onde de 16 a 19 de Setembro, decorrem as chamadas "Feiras Novas", com as ruas cheias de música, foguetes e petiscos".

São estas ruas cheias de música que são apreciadas por muitos dos forasteiros que demandam Ponte de Lima nas Feiras Novas. É isto que vão procurar este ano. Continuarão a vir a Ponte de Lima quando verifiquem que tudo mudou?

mais informação aqui

A CIDADANIA FAZ-SE AQUI. NÃO DEIXE DAR DAR A SUA OPINIÃO! Diga-nos o que serão as Feiras Novas sem música e animação na zona das Pereiras?

domingo, setembro 03, 2006

Reflexões sobre os incêndios (III)

- As lições da Galiza e de Portugal (II)

Após as reflexões, as importantes lições que a Galiza nos deu:

1) É essencial uma política de ordenamento da floresta, articulada com uma política de prevenção, limpeza, construção de aceiros e acessos;

2) É imperioso que as políticas de ordenamento urbano levem as construções para longe da floresta e que todos os perímetros de habitações nas imediações da floresta, sejam devidamente limpos de acordo com a Lei;

3) É fundamental ter meios de combate em quantidade e qualidade que os torne eficazes na hora da luta!

4) A coordenação é essencial e só se concebe que a mesma seja melhorada e aperfeiçoada cada ano que passa.

5) Livre-nos Deus de um ano climático mau e da conjugação de factores que levam o fogo à floresta;

6) Que exista uma acção consertada de todas os serviços policiais e de investigação, para uma luta sem tréguas contra os incendiários, com definição de penas severas por crime contra o património e contra os cidadãos;

7) Que não se faça política com o fogo, nem se meta o fogo na política. São incompatíveis e a sua associação é perniciosa. Mas que se cumpra a Lei e, à sua luz, se impeça a construção nas zonas recentemente ardidas. Para que ninguém possa sequer pensar que saiu vencedor na guerra do fogo. Infelizmente, no nosso concelho, a lista de novas construções em zonas recentemente ardidas é cada vez maior...

quinta-feira, agosto 31, 2006

Reflexões sobre os incêndios (II)

- As lições da Galiza e de Portugal (I)

A Galiza, que muitas vezes serviu de modelo na prevenção e combate a incêndios para nós portugueses - eu próprio o fiz - confrontou-se nos últimos dias com uma terrível vaga de incêndios. Impelidos a lutar em várias frentes, não evitaram o colapso, uma imagem de desorganização e descoordenação, e tiveram que recorrer à ajuda de outras comunidades autonómicas e ao estrangeiro. Várias reflexões podem ser efectuadas sobre esta realidade:

a) Quando há uma extraordinária conjugação de factores climáticos, organizativos e de ordenamento do território é muito difícil contrariar as chamas e a força da natureza.

b) A Galiza tinha um exemplar dispositico público de combate a incêndios florestais, disperso pelo território. Resolveu a Junta da Galiza diminuir este dispositivo em 30%, no final de 2005, decisão que deixou marcas;

c) A limpeza e ordenamento das matas deixou e deixa muito a desejar;

d) Os meios aéreos revelaram-se insuficientes, apesar da boa frota de aviões de grande capacidade que possui;

e) A coordenação Junta / Municípios é deficiente, muitas vezes condicionada por interesses e cores político/partidárias;

f) Os políticos, no momento em que deveriam ser combatidos os fogos e evitadas as catástrofes naturais e humanas, estavam ocupados em acusações e contra-acusações, denunciando esquemas e cabalas que, até à data, não conseguiram provar, levantando ainda mais fumo do que aquele que era provocado pelas chamas.

g) A plataforma Nunca Mais, criada e celebrizada durante a ressaca do desastre com o navio "Prestige" voltou à cena, através dos seus intelectuais, denunciando um fogo como um acto de "revanche" da direita. Tristes, pobres e desmiolados intelectuais galegos...

sábado, agosto 26, 2006

A "EXPOVACA"

O blog de Montenegro Fiúza publicou um texto de Manuel Pires Trigo com o título em epígrafe, onde coloca em causa o "empreendimento" da Feira do gado, situado na zona de S. João. Aproveito para recordar as ideias que aquitêm sido expostas sobre esta questão.
O problema começa na localização. Sítio mais nobre para a "coisa" não podiam ter encontrado. Depois no sobredimensionamento - só a "cow parade" pode hoje encher aquilo; depois no conceito - ainda ninguém sabe o que aquilo vai ser - não me digam que, sem o pensarem, encontraram um lugar para a feira!; Depois do anunciado multiusos ou centro de congressos (falta noção da realidade!), o melhor é começar já a chorar...
A Expolima ainda não tem identidade e estão a ESTRAGAR as margens do Rio Lima, que deveriam ser zonas de lazer e fruição para os limianos!

Polémica decisão nas "Feiras Novas". Deixa a tua opinião aqui!

sexta-feira, agosto 25, 2006

REFLEXÕES SOBRE OS INCÊNDIOS (I)

O final da época oficial de incêndios ainda está longe, mas já se podem tirar algumas conclusões sobre a forma como têm decorrido os trabalhos de prevenção e combate aos incêndios florestais em Portugal.

a) Fica bem claro que apenas um bom Verão pode contribuir para que o número de incêndios diminua. Por bom Verão entenda-se um Verão chuvoso. Portugal tem, hoje, um clima totalmente adverso aos incêndios.

b) O mês de Agosto é, foi e tenderá a ser, maldito para as equipas de combate;

c) Notaram-se algumas melhorias na coordenação, sobretudo na capacidade de resposta e mobilização;

d) O maior aparato de meios foi sempre direccionado para os locais onde havia maiores incêndios, mas também maior aparato da comunicação social. Por vezes ficamos com a sensação que só ardia o que se via nos telejornais;

e) Esta constatação tem uma relação directa com o que se passou no nosso distrito, onde ocorreram alguns dos maiores incêndios e com mais elevados prejuízos do país. Refiro-me aos incêndios de Paredes de Coura (com especial realce para a Área Protegida do Corno de Bico) e Arcos de Valdevez e Ponte da Barca (Parque Nacional da Peneda Gerês). Como é possível que zonas protegidas e o único Parque Nacional de Portugal ardam incessantemente durante dias e dias, sem que os dispositivos fossem equipados devidamente para fazer frente ao fogo que lavrava sem cessar. Com o único helicópetro estacionado no distrito avariado, apenas um esteve durante algum tempo operacional na região (o de Braga), atacando o fogo que lavrava em zonas inacessíveis por terra. Os meios aérios eram os únicos que teriam alguma eficácia tanto na Peneda Gerês como no Corno de Bico e pouco ou nada se viu. Este canto foi esquecido porque, pura e simplesmente, a comunicação social não o viu. Vergonha!

f) Esta vergonha é tanto maior quando se constata que Viana do Castelo continua no top de número de ocorrências e área ardida e, também ano após ano, os meios aéreos são os mesmos. Para quem quer combate rápido e eficaz às chamas, logo após a ignição, um helicópetro é muito pouco, quando se sabe que, por exemplo, no Algarve (que já ardeu quase todo, extistem três meios aéreos, talvez para os fogos que surjam no mar...). É um desrespeito continuado que ainda ninguém no Alto Minho teve a coragem de denunciar!

quarta-feira, agosto 23, 2006

DESEMPREGO CONTINUA A CRESCER EM PONTE DE LIMA...

Numa época do ano em que, tradicionalmente, o desemprego descresce (fruto do emprego sazonal no Verão), a Plataforma Minho anuncia que o desemprego desce no Minho. 19 dos 25 concelhos dos distritos de Braga e Viana do Castelo viram diminuir a sua taxa de desemprego. Apenas 5 aumentaram - Valença, Monção, Ponte de Lima, Barcelos e Viana do Castelo. São concelhos com números em perfeito contraciclo com a realidade nacional e do Minho. Particularmente precoupante é a situação de Ponte de Lima que, desde Abril apresenta números de inequívoa subida do números de desempregados. E, entre estes, grande parte deles continuam a ser jovens licenciados que não conseguem um rumo para a sua carreira no concelho!

O blog Ponte de Lima também se pronunciou sobre esta questão.

Polémica decisão nas "Feiras Novas". Deixa a tua opinião aqui!

terça-feira, agosto 22, 2006

Acampamento urbano de Ponte de Lima

O Acampamento Urbano de Ponte de Lima continua a ser um verdadeiro sucesso, sobretudo ao fim-de-semana. O mau gosto impera. A lamentável imagem fica! Houve quem, em tempos idos, defendesse aquilo como o preservar das tradições do piquenique à beira rio. Hoje está no executivo. Será que ainda pensa da mesma maneira, perante aquela imagem retrógada e terceiro-mundista?

Polémica decisão nas "Feiras Novas". Deixa a tua opinião aqui!

segunda-feira, agosto 21, 2006

O SIMPLEX MUNICIPAL!

É possível efectuar os pagamentos da água através do multibanco, evitando uma deslocação à tesouraria municipal, muitas vezes incómoda e dispendiosa (o concelho é grande...). Mas este é o único exemplo, pois mais nenhuma taxa ou tarifa pode ser paga utilizando este expediente. Grande parte dos processos de pagamento ainda são incompreensivelmente rudimentares, estando longe da informatização, que beneficiaria todo o processo, em celeridade e qualidade. Estamos espectantes pelo resultado do Vale do Lima Digital, que poderá trazer alguns avanços neste campo. Mas estamos também seguros que ainda vamos esperar muito tempo por eles. Entretanto, se não se importam, alguma coisa poderia ser feita para a liquidação das taxas de conservação de colectores, toldos e reclamos publicitários, esplanadas, licenças de obras e todo o tipo de pagamentos ao município.
Ah! Até os funcionários municipais e o Presidente da autarquia sairiam beneficiados, pois gastariam muito menos tempo no serviço e no atendimento ao cidadão e evitariam uma imagem retrógada assente na burocracia e na perda inútil de tempo.

Isto é SIMPLEX!

E por falar em simplex, seria possível saber quantos processos de obras foram já despachados, ao abrigo do sistema expresso implementado pela autarquia?

sábado, agosto 19, 2006

CONTRA-NATURA!

O Jornal Alto Minho, através do seu Director, insurge-se contra a forma de funcionamento "contra-natura" de um bar concessionado pelo município, junto ao Festival de Jardins e Piscina Municipal. De facto, em linguagem popular, o serviço é "meia bola e força", porque o objectivo é mesmo o lucro puro e duro. Como já foi referido neste espaço, também são totalmente "contra-natura" os preços praticados para entrada na piscina. São mesmo anti-limianos, porque os nativos desta terra são aqueles que menos podem beneficar de um espaço que deveria ser sobretudo deles, mas que custa os olhos da cara frequentar. A não ser que o desejo da autarquia seja que cada limiano apenas lá entre uma só vez...

quinta-feira, agosto 17, 2006

LOJA PONTO JÁ (Novos desenvolvimentos)
No Dia Internacional da Juventude foi feito o anúncio, pelo Secretário de Estado da Juventude, da abertura de novas lojas "Ponto Já", assim como dos respectivos critérios de abertura: Até final do ano vão estar em funcionamento "outras duas por distrito, nos concelhos com maior concentração populacional". Fica claro que, no distrito de Viana do Castelo, depois da capital de distrito, serão as vilas de Ponte de Lima e Arcos de Valdevez a receberem aquelas estruturas.
O critério é claro e objectivo, concorde-se ou não com ele. De facto três lojas em concelhos contíguos, todos no Vale do Lima, deixam em clara desvantagem os jovens do Vale do Minho...

Notícia completa do JN (2006.08.13)