PSP DE PONTE DE LIMA EM CIMA DA MESA
O Governador Civil de Viana do Castelo, Pita Guerreiro, encontra-se 2ª feira, em Lisboa, com o Ministro da Administração Interna, devendo estar sobre a mesa a questão da hipotética saída da PSP de Ponte de Lima.
Daniel Campelo pediu firmeza a Pita Guerreiro.
Daqui exigimos essa mesma firmeza e capacidade de argumentação, em defesa de Ponte de Lima e do distrito!
Ver notícia do Diário de Notícias
2002/2011 - 9 anos de notícias e opinião sobre Ponte de Lima e o Alto Minho - mais de 2000 artigos publicados
sábado, janeiro 27, 2007
sexta-feira, janeiro 26, 2007
Às escuras...
Já sabemos que é um problema da EDP, mas que ninguém gosta de andar às escuras em plena zona urbana, isso não!
Pois é o que acontece em Ponte de Lima. Iluminação deficiente (zona da Escola do 1º Ciclo e Bairro Social contíguo), seja por lâmpadas fundidas e que demoram muito tempo a ser substituidas (zona da Escola Secundária) ou, pura e simpesmente, problemas técnicos que resultam em deficiências na iluminação, como acontece na zona histórica (Rua da Abadia, Rua do Arrabalde...)
A iluminação pública é um dos "trunfos" que podem ser usados para dar outra vivacidade e sensação de segurança à zona urbana. Se não querem apostar numa iluminação melhor, pelo menos que se exijam junto da EDP que garanta a qualidade mínima no serviço prestado, cujos preços não param de subir...
Adenda:
Um leitor chamou a atenção, e com absoluta razão, para o deplorável estado da iluminação da "ponte velha".
Já sabemos que é um problema da EDP, mas que ninguém gosta de andar às escuras em plena zona urbana, isso não!
Pois é o que acontece em Ponte de Lima. Iluminação deficiente (zona da Escola do 1º Ciclo e Bairro Social contíguo), seja por lâmpadas fundidas e que demoram muito tempo a ser substituidas (zona da Escola Secundária) ou, pura e simpesmente, problemas técnicos que resultam em deficiências na iluminação, como acontece na zona histórica (Rua da Abadia, Rua do Arrabalde...)
A iluminação pública é um dos "trunfos" que podem ser usados para dar outra vivacidade e sensação de segurança à zona urbana. Se não querem apostar numa iluminação melhor, pelo menos que se exijam junto da EDP que garanta a qualidade mínima no serviço prestado, cujos preços não param de subir...
Adenda:
Um leitor chamou a atenção, e com absoluta razão, para o deplorável estado da iluminação da "ponte velha".
quinta-feira, janeiro 25, 2007
Clubes de Serviço mostram-se à comunidade
Desde o presente mês que os dois clubes de serviço têm o seu marco "plantado" em Ponte de Lima. Depois de o Rotary Club ter inaugurado o seu marco rotário há cerca de 5 anos, foi agora a vez do Lions Club se "mostrar" à comunidade, ocupando um espaço, tal como o do Rotary, no separador central junto ao Palácio da Justiça.
São dois clubes de profissionais que servem, e bem, a comunidade local com actividades diversas, sempre com o lema "dar de si antes de pensar em si" como referência.
Desde o presente mês que os dois clubes de serviço têm o seu marco "plantado" em Ponte de Lima. Depois de o Rotary Club ter inaugurado o seu marco rotário há cerca de 5 anos, foi agora a vez do Lions Club se "mostrar" à comunidade, ocupando um espaço, tal como o do Rotary, no separador central junto ao Palácio da Justiça.
São dois clubes de profissionais que servem, e bem, a comunidade local com actividades diversas, sempre com o lema "dar de si antes de pensar em si" como referência.
terça-feira, janeiro 23, 2007
Obras iguais, procedimentos diferentes!
Não nos estamos a referir aos transtornos provocados pelas obras do abastecimento de água e saneamento, que esburacaram estradas, dilaceraram a paciência dos automobilistas e dos transeuntes. A vergonhosa actuação das empresas que efectuaram as obras e dos proprietários dessas mesmas obras já foi denunciada, embora estes fizessem "ouvidos de mercador" aos protestos.
O que parece é que, depois das obras terminadas, o panorama é diferente por estas bandas e na estrada nacional Ponte de Lima - Braga. Aí também houve obras, buracos, semáforos, pó e lama, engarrafamentos, etc. mas, no final, depois de taparem os buracos, brindaram o povinho com um novo e esbelto tapete.
Por cá, depois de tudo o que passamos, sabemos exactamente onde esteve e está cada buraco, pois a estrada, nessa zona, virou picada.
Segundo parece, a empresa Águas do Minho e Lima teve, nesta obra, o patrocínio de uma marca de amortecedores ou de veículos todo-o-terreno!
Não nos estamos a referir aos transtornos provocados pelas obras do abastecimento de água e saneamento, que esburacaram estradas, dilaceraram a paciência dos automobilistas e dos transeuntes. A vergonhosa actuação das empresas que efectuaram as obras e dos proprietários dessas mesmas obras já foi denunciada, embora estes fizessem "ouvidos de mercador" aos protestos.
O que parece é que, depois das obras terminadas, o panorama é diferente por estas bandas e na estrada nacional Ponte de Lima - Braga. Aí também houve obras, buracos, semáforos, pó e lama, engarrafamentos, etc. mas, no final, depois de taparem os buracos, brindaram o povinho com um novo e esbelto tapete.
Por cá, depois de tudo o que passamos, sabemos exactamente onde esteve e está cada buraco, pois a estrada, nessa zona, virou picada.
Segundo parece, a empresa Águas do Minho e Lima teve, nesta obra, o patrocínio de uma marca de amortecedores ou de veículos todo-o-terreno!
domingo, janeiro 21, 2007
O poder é efémero. Em Ponte de Lima, não! (II)
A nossa primeira abordagem a esta questão foi pela via da oposição, um dos grandes responsáveis pela "eternização" dos populares no poder.
Seria, no entanto, leviano se circunscrevesse as pretensas causas de uma tão longa permanência no poder do CDS/PP em Ponte de Lima, ao trabalho da oposição. Julgo, no entanto, ser esta a primeira e principal razão já que, no seu quarto mandato como Presidente da autarquia, Daniel Campelo ainda não denota qualquer desgaste porque, pura e simplesmente, nunca foi desgastado, confrontado com os seus erros e más opções, com as suas contradições e incumprimentos.
A segunda grande razão que invoco tem a ver com o trabalho realizado pelo PP, e antes pelo CDS, no município e que teve e tem características especiais.
Num concelho estruturalmente conservador, nada melhor do que uma gestão conservadora para assegurar a manutenção do poder. Senão vejamos:
1. Raramente são lançados projectos estruturantes e fracturantes no concelho. A opção vai invariavelmente para a recuperação do existente;
2. Todos os assuntos que levantam alguma polémica são imediatamente abandonados, como se o importante fosse o consenso em detrimento da responsabilidade de governar, cumprir o programa eleitoral e servir a população;
3. O pretenso respeito pela tradição mais não é do que a manutenção dos direitos (adquiridos ou não) de uma minoria do concelho;
4. As listas do CDS/PP integram, invariavelmente, pessoas afectas ou conotadas com outros partidos políticos, procurando desta forma dar uma - falsa - imagem de abrangência e abertura.
5. O bloqueio das instituições locais, sobretudo as que são dirigidas por pessoas de outros quadrantes políticos ou que têm diferendo com o município faz o resto.
6. A conclusão é óbvia, mais vale estar ao lado do poder instituido do que contra, porque compensa!
7. O equilíbrio das contas municipais, a habilidade na conquista e negociação de financiamentos e a milagrosa gestão de conflitos, dentro dos diversos executivos que têm passado pela Câmara Municipal, fizeram o resto.
Cá voltaremos, desta feita com os sucessos e "flops" da gestão municipal limiana.
A nossa primeira abordagem a esta questão foi pela via da oposição, um dos grandes responsáveis pela "eternização" dos populares no poder.
Seria, no entanto, leviano se circunscrevesse as pretensas causas de uma tão longa permanência no poder do CDS/PP em Ponte de Lima, ao trabalho da oposição. Julgo, no entanto, ser esta a primeira e principal razão já que, no seu quarto mandato como Presidente da autarquia, Daniel Campelo ainda não denota qualquer desgaste porque, pura e simplesmente, nunca foi desgastado, confrontado com os seus erros e más opções, com as suas contradições e incumprimentos.
A segunda grande razão que invoco tem a ver com o trabalho realizado pelo PP, e antes pelo CDS, no município e que teve e tem características especiais.
Num concelho estruturalmente conservador, nada melhor do que uma gestão conservadora para assegurar a manutenção do poder. Senão vejamos:
1. Raramente são lançados projectos estruturantes e fracturantes no concelho. A opção vai invariavelmente para a recuperação do existente;
2. Todos os assuntos que levantam alguma polémica são imediatamente abandonados, como se o importante fosse o consenso em detrimento da responsabilidade de governar, cumprir o programa eleitoral e servir a população;
3. O pretenso respeito pela tradição mais não é do que a manutenção dos direitos (adquiridos ou não) de uma minoria do concelho;
4. As listas do CDS/PP integram, invariavelmente, pessoas afectas ou conotadas com outros partidos políticos, procurando desta forma dar uma - falsa - imagem de abrangência e abertura.
5. O bloqueio das instituições locais, sobretudo as que são dirigidas por pessoas de outros quadrantes políticos ou que têm diferendo com o município faz o resto.
6. A conclusão é óbvia, mais vale estar ao lado do poder instituido do que contra, porque compensa!
7. O equilíbrio das contas municipais, a habilidade na conquista e negociação de financiamentos e a milagrosa gestão de conflitos, dentro dos diversos executivos que têm passado pela Câmara Municipal, fizeram o resto.
Cá voltaremos, desta feita com os sucessos e "flops" da gestão municipal limiana.
sexta-feira, janeiro 19, 2007
E os acessos?
Mais uma média superfície abriu em Ponte de Lima. Bom para o consumirdor, a concorrência entre estes grandes espaços comerciais estimula os preços baixos (assim o esperamos), mas é também mais uma machadada no pequeno comércio. Depois do Intermarché e do Lidl, abriu o Mini-Preço também na Feitosa, cara-a-cara com a multinacional francesa. Diz-se que não ficaremos por aqui. Da fome passamos à gula e, segundo parece, todos os que baterem à porta terão entrada garantida, falando-se do Modelo bem dentro da vila, nas traseiras do cemitério e de um outro espaço para Arcozelo.
Esta nova superfície comercial veio trazer um grande problema aquela zona. O esperado aumento do tráfego automóvel não foi pensado pelos responsáveis e técnicos autárquicos. Os acessos são vergonhosos e indiciam que vale tudo para abrir as portas aos grande grupos económicos. É com tristeza que denuncio a falta de respeito pelos moradores e pelos consumidores. Não haveria outra solução, ou esta só foi pensada à posteriori?
É demais, enche-se a periferia, atasca-se a vila sem critérios, sem planificação sem medir as consequências desta desastrosa política.
O pequeno comércio merece mais respeito, merece ,mais atenção e apoio.
Enquanto abrem grandes espaços na Ribeira, Feitosa e Arcozelo, o centro histórico está arruinado: Habitações degradadas, saída permanente de serviços (Tribunal, Cartório Notarial, Registo Predial, Centro de Saúde, Segurança Social, Abertura de novas dependências bancárias e farmácias fora daquela zona, até o encerramento do Mini-Preço na Rua General Norton de Matos se faz sentir).
Por outro lado, o Mercado Municipal morreu com o golpe de Misericórdia a ser dado pelas faraónicas obras aí realizadas, os transportes públicos não servem o centro histórico (que bom seria um circuito que ligasse a Central de Camionagem ao Centro Histórico), a limitação de estacionamento atira os consumidores para zonas com maiores facilidades.
A vila de Ponte de Lima, designadamente o Centro Histórico está doente. É necessário pensar e agir. Mas para tal é necessário que esta problemática seja eregida a prioridade política.
Só conversa, não chega...
Mais uma média superfície abriu em Ponte de Lima. Bom para o consumirdor, a concorrência entre estes grandes espaços comerciais estimula os preços baixos (assim o esperamos), mas é também mais uma machadada no pequeno comércio. Depois do Intermarché e do Lidl, abriu o Mini-Preço também na Feitosa, cara-a-cara com a multinacional francesa. Diz-se que não ficaremos por aqui. Da fome passamos à gula e, segundo parece, todos os que baterem à porta terão entrada garantida, falando-se do Modelo bem dentro da vila, nas traseiras do cemitério e de um outro espaço para Arcozelo.
Esta nova superfície comercial veio trazer um grande problema aquela zona. O esperado aumento do tráfego automóvel não foi pensado pelos responsáveis e técnicos autárquicos. Os acessos são vergonhosos e indiciam que vale tudo para abrir as portas aos grande grupos económicos. É com tristeza que denuncio a falta de respeito pelos moradores e pelos consumidores. Não haveria outra solução, ou esta só foi pensada à posteriori?
É demais, enche-se a periferia, atasca-se a vila sem critérios, sem planificação sem medir as consequências desta desastrosa política.
O pequeno comércio merece mais respeito, merece ,mais atenção e apoio.
Enquanto abrem grandes espaços na Ribeira, Feitosa e Arcozelo, o centro histórico está arruinado: Habitações degradadas, saída permanente de serviços (Tribunal, Cartório Notarial, Registo Predial, Centro de Saúde, Segurança Social, Abertura de novas dependências bancárias e farmácias fora daquela zona, até o encerramento do Mini-Preço na Rua General Norton de Matos se faz sentir).
Por outro lado, o Mercado Municipal morreu com o golpe de Misericórdia a ser dado pelas faraónicas obras aí realizadas, os transportes públicos não servem o centro histórico (que bom seria um circuito que ligasse a Central de Camionagem ao Centro Histórico), a limitação de estacionamento atira os consumidores para zonas com maiores facilidades.
A vila de Ponte de Lima, designadamente o Centro Histórico está doente. É necessário pensar e agir. Mas para tal é necessário que esta problemática seja eregida a prioridade política.
Só conversa, não chega...
Um Clube de Campeões
Em 15 aqnos de actividade, que daqui saúdamos, o Clube Náutico de Ponte de Lima elevou bem alto o nome desta terra, vencendo provas, conquistando muitos títulos nacionais e ajudando atletas seus a competirem ao mais alto nível além fronteiras, ao serviço das selecções nacionais.
Estou seguro que vai ser este clube, que tem nas suas fileiras 25 campeões nacionais da última época competitiva, que nos próximos tempos vai cometar a proeza de levar um limiano aos Jogos Olímpicos!
Em 15 aqnos de actividade, que daqui saúdamos, o Clube Náutico de Ponte de Lima elevou bem alto o nome desta terra, vencendo provas, conquistando muitos títulos nacionais e ajudando atletas seus a competirem ao mais alto nível além fronteiras, ao serviço das selecções nacionais.
Estou seguro que vai ser este clube, que tem nas suas fileiras 25 campeões nacionais da última época competitiva, que nos próximos tempos vai cometar a proeza de levar um limiano aos Jogos Olímpicos!
quinta-feira, janeiro 18, 2007
Viana do Castelo recupera casas degradadas no Centro Histórico
Fonte do Município de Viana do Castelo informou que foram já reabilitadas metade das cerca de 300 casas degradadas que integraram um programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Degradadas, liderado pelo Gabinete Técnico Local.
O financiamento do programa foi tripartido: Regime Especial de Comparticipação na Recuperação de Imóveis Arrendados (RECRIA) do Instituto Nacional de Habitação, autarquia e os próprios interessados, ou seja, os senhorios.
Como se pode verificar, existem instrumentos de apoio à requalificação do parque habitacional degradado.
Porque será que, em Ponte de Lima, tantos imóveis da sua zona mais nobre continuam em ruína ou a ameaçar ruina, contribuindo para a desertificação daquela zona?
Fonte do Município de Viana do Castelo informou que foram já reabilitadas metade das cerca de 300 casas degradadas que integraram um programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Degradadas, liderado pelo Gabinete Técnico Local.
O financiamento do programa foi tripartido: Regime Especial de Comparticipação na Recuperação de Imóveis Arrendados (RECRIA) do Instituto Nacional de Habitação, autarquia e os próprios interessados, ou seja, os senhorios.
Como se pode verificar, existem instrumentos de apoio à requalificação do parque habitacional degradado.
Porque será que, em Ponte de Lima, tantos imóveis da sua zona mais nobre continuam em ruína ou a ameaçar ruina, contribuindo para a desertificação daquela zona?
terça-feira, janeiro 16, 2007
segunda-feira, janeiro 15, 2007
Conhecer melhor o Beato Francisco Pacheco
Depois da publicação "Mártires do Japão", da autoria de Eduardo Kol de Carvalho, fazer uma alusão ao limiano Beato Francisco Pacheco, agora foi a vez do livro "Os Santos de Portugal", de João César das Neves referenciar o Beato limiano. A edição é da "Lucerna", viu a luz do dia em finais do ano passado e permite-nos conhecer melhor um limiano venerado na Igreja Matriz de Ponte de Lima, nascido nesta terra em 1565, que morreu queimado em Nagasáqui (japão) em 2o de Junho de 1626 (passaram no ano anterior 380 anos). Foi beatificado pelo Papa Pio IX em 7 de Julho de 1867 e tem a festa litúrgica a 20 de Junho.
Depois da publicação "Mártires do Japão", da autoria de Eduardo Kol de Carvalho, fazer uma alusão ao limiano Beato Francisco Pacheco, agora foi a vez do livro "Os Santos de Portugal", de João César das Neves referenciar o Beato limiano. A edição é da "Lucerna", viu a luz do dia em finais do ano passado e permite-nos conhecer melhor um limiano venerado na Igreja Matriz de Ponte de Lima, nascido nesta terra em 1565, que morreu queimado em Nagasáqui (japão) em 2o de Junho de 1626 (passaram no ano anterior 380 anos). Foi beatificado pelo Papa Pio IX em 7 de Julho de 1867 e tem a festa litúrgica a 20 de Junho.
(I) responsabilidade do Centro Hospitalar do Alto Minho
Uma senhora faleceu no CHAM. Os serviços cometeram um erro e a família de outra senhora, também internada é que foi informada do falecimento de quem estava bem vivo.
O cangalheiro é que deu o alerta para o erro.
A família não apresentou queixa ... com medo de represálias.
Como não houve queixa, o CHAM informou que não abrirá inquérito e não serão apuradas responsabilidades.
O que pensar disto?
A grandeza de uma instituição vê-se nestes pequenos pormenores...
PS. Entretanto a senhora faleceu, de facto!
Uma senhora faleceu no CHAM. Os serviços cometeram um erro e a família de outra senhora, também internada é que foi informada do falecimento de quem estava bem vivo.
O cangalheiro é que deu o alerta para o erro.
A família não apresentou queixa ... com medo de represálias.
Como não houve queixa, o CHAM informou que não abrirá inquérito e não serão apuradas responsabilidades.
O que pensar disto?
A grandeza de uma instituição vê-se nestes pequenos pormenores...
PS. Entretanto a senhora faleceu, de facto!
domingo, janeiro 14, 2007
As Janeiras em Ponte de Lima
Além das já habituais Janeiras junto à sede do Município, o últimos fim-de-semana trouxeram até à vila de Ponte de Lima os Jovens da Associação Cultura Musical de Ponte de Lima, que tocaram e cantaram as Janeiras. Belo gesto e inteligente forma de angariar fundos para a instituição.
Além das já habituais Janeiras junto à sede do Município, o últimos fim-de-semana trouxeram até à vila de Ponte de Lima os Jovens da Associação Cultura Musical de Ponte de Lima, que tocaram e cantaram as Janeiras. Belo gesto e inteligente forma de angariar fundos para a instituição.
sexta-feira, janeiro 12, 2007
Os feirantes, a feira e as taxas
En notícia inserta no JN de 5 de Janeiro (pp), com desenvolvimento no Cardeal saraiva de hoje, os feirantes contestaram as taxas praticadas pelo Município na Feira de Ponte de Lima.
Já aqui fiz sentir a discordância relativamente ao funcionamento da feira limiana, agora pelouro da responsabilidade do Presidente do Município, tanto ao nível da organização, condições de funcionamento e exposição, higiene, limpeza, etc., etc.
A haver razão nos protestos, deveria de estar relacionada com as deficientes condições em que trabalham e não com os aumentos anuais. As regras do jogo estão fixadas há muito tempo e os feirantes já as conheciam antes de licitarem os seus espaços.
Mas não, contestam os preços pelos preços, e nada têm a dizer relativamente a uma feira medieval na história e nas condições em que funciona.
A solução é simples, arranje-se um bom recinto com todas as condições que uma feira do séc. XXI pode e deve ter, diminua-se o número de lugares de exposição, organize-se a feira evitando que qualquer um lá possa expor e, nesse momento, o preço pelos espaços já não será exagerado, talvez seja até reduzido para os benefícios que pode gerar.
En notícia inserta no JN de 5 de Janeiro (pp), com desenvolvimento no Cardeal saraiva de hoje, os feirantes contestaram as taxas praticadas pelo Município na Feira de Ponte de Lima.
Já aqui fiz sentir a discordância relativamente ao funcionamento da feira limiana, agora pelouro da responsabilidade do Presidente do Município, tanto ao nível da organização, condições de funcionamento e exposição, higiene, limpeza, etc., etc.
A haver razão nos protestos, deveria de estar relacionada com as deficientes condições em que trabalham e não com os aumentos anuais. As regras do jogo estão fixadas há muito tempo e os feirantes já as conheciam antes de licitarem os seus espaços.
Mas não, contestam os preços pelos preços, e nada têm a dizer relativamente a uma feira medieval na história e nas condições em que funciona.
A solução é simples, arranje-se um bom recinto com todas as condições que uma feira do séc. XXI pode e deve ter, diminua-se o número de lugares de exposição, organize-se a feira evitando que qualquer um lá possa expor e, nesse momento, o preço pelos espaços já não será exagerado, talvez seja até reduzido para os benefícios que pode gerar.
quinta-feira, janeiro 11, 2007
Salazar e Ponte de Lima
Que relação teve o Oliveira salazar com Ponte de Lima? Provavelmente nenhuma, ou então confinanda às suas competências de governante.
No entanto, o passado recente touxe uma nova revelação do casto Salazar com estas terras. De facto, este homem, pouco dado a revelações sobre a sua vida privada, de que hoje ainda pouco se sabe, teve uma relação amorosa com Mercedes de Castro Feijó, filha do diplomata e poeta limiano António Feijó.
Toda a história está estampada no livro de Felícia Cabrita, recentemente publicado sob os auspícios de "A Esfera do Livro", intitulado "Os Amores de Salazar" do qua sairam já cinco edições.
Que relação teve o Oliveira salazar com Ponte de Lima? Provavelmente nenhuma, ou então confinanda às suas competências de governante.
No entanto, o passado recente touxe uma nova revelação do casto Salazar com estas terras. De facto, este homem, pouco dado a revelações sobre a sua vida privada, de que hoje ainda pouco se sabe, teve uma relação amorosa com Mercedes de Castro Feijó, filha do diplomata e poeta limiano António Feijó.
Toda a história está estampada no livro de Felícia Cabrita, recentemente publicado sob os auspícios de "A Esfera do Livro", intitulado "Os Amores de Salazar" do qua sairam já cinco edições.
quarta-feira, janeiro 10, 2007
Perplexidade, incompetência?
Diz-se que o canil intermunicipal do Vale do Lima, construído nos terrenos da antiga lixeira em Ponte de Lima foi construído numa zona onde a edificação era proibida e é, por isso, ilegal!
Pode ser esta a explicação para que uma obra há muito tempo terminada continue ... encerrada.
Sem comentários...
Diz-se que o canil intermunicipal do Vale do Lima, construído nos terrenos da antiga lixeira em Ponte de Lima foi construído numa zona onde a edificação era proibida e é, por isso, ilegal!
Pode ser esta a explicação para que uma obra há muito tempo terminada continue ... encerrada.
Sem comentários...
segunda-feira, janeiro 08, 2007
Pequenês, mesquinhês, safadesa, umbiguismo...
O "pequeno" Moura de Viana do Castelo continua a sua cruzada em nome do seu umbigo. Viana, sozinha, Viana isolada, Viana dos seus pequenos sonhos é o caminho que trilhou e, pelos vistos, continuará a trilhar.
Não concebe um Alto Minho das duas bacias hidrográficas (Minho e Lima), não concebe um Pacto para o Desenvolvimento do Minho liderado pela Universidade do Minho e pela Associação Industrial do Minho e opõe-se a uma Região de Turismo que une o que nunca deveria estar separado: O Minho.
O que quer este pequeno político? Quer estar só e, no seu deserto privado, falar sozinho. O que custa é ver que as suas egoístas posições isolacionistas condicionam as de alguns vizinhos...
Este orgulhosamente sós, com medo e desconfiança dos outros, fez com que o distrito de Viana do Castelo fosse atirado para a cauda do desenvolvimento, do PIB per-capita, das expectativas e confinança no futuro de todo o País.
Graças ao pequeno Moura e a outros pequenos políticos do seu calibre!
O "pequeno" Moura de Viana do Castelo continua a sua cruzada em nome do seu umbigo. Viana, sozinha, Viana isolada, Viana dos seus pequenos sonhos é o caminho que trilhou e, pelos vistos, continuará a trilhar.
Não concebe um Alto Minho das duas bacias hidrográficas (Minho e Lima), não concebe um Pacto para o Desenvolvimento do Minho liderado pela Universidade do Minho e pela Associação Industrial do Minho e opõe-se a uma Região de Turismo que une o que nunca deveria estar separado: O Minho.
O que quer este pequeno político? Quer estar só e, no seu deserto privado, falar sozinho. O que custa é ver que as suas egoístas posições isolacionistas condicionam as de alguns vizinhos...
Este orgulhosamente sós, com medo e desconfiança dos outros, fez com que o distrito de Viana do Castelo fosse atirado para a cauda do desenvolvimento, do PIB per-capita, das expectativas e confinança no futuro de todo o País.
Graças ao pequeno Moura e a outros pequenos políticos do seu calibre!
sábado, janeiro 06, 2007
Boa Nova na blogosfera limiana!
Com o novo ano surgiu um novo "weblog à moda de Ponte de Lima". Trata-se do Trigalfa, da autoria de Manuel Pires Trigo, um limiano com uma presença assídua nas colunas de opinião dos periódicos locais.
Do "Parar Para Pensar" vai uma efusiva saudação ao MPT que, depois da relutância e da desconfiança, também se elevou até às escritas cibernéticas, com esta ferramenta da moda, que é também um suporte para o exercício da mais elementar cidadania.
Com o novo ano surgiu um novo "weblog à moda de Ponte de Lima". Trata-se do Trigalfa, da autoria de Manuel Pires Trigo, um limiano com uma presença assídua nas colunas de opinião dos periódicos locais.
Do "Parar Para Pensar" vai uma efusiva saudação ao MPT que, depois da relutância e da desconfiança, também se elevou até às escritas cibernéticas, com esta ferramenta da moda, que é também um suporte para o exercício da mais elementar cidadania.
sexta-feira, janeiro 05, 2007
Parabéns Associação Desportiva "Os Limianos"
Passam hoje 54 anos sobre a fundação da Associação Desportiva "Os Limianos", o maior clube desportivo do concelho de Ponte de Lima e um dos maiores do distrito de Viana do Castelo.
Depois dos maus momentos vividos num passado recente, parece que agora navega em água mais calmas e é com legitimidade e esperança que vislumbra já um futuro melhor.
À A.D. "Os Limianos", que servi como atleta (iniciados, juvenis, júniores e séniores) e como dirigente (Presidente da Assembleia Geral e Vice-Presidente da Direcção) endereço os parabéns e os votos de um futuro cheio de sucessos.
Passam hoje 54 anos sobre a fundação da Associação Desportiva "Os Limianos", o maior clube desportivo do concelho de Ponte de Lima e um dos maiores do distrito de Viana do Castelo.
Depois dos maus momentos vividos num passado recente, parece que agora navega em água mais calmas e é com legitimidade e esperança que vislumbra já um futuro melhor.
À A.D. "Os Limianos", que servi como atleta (iniciados, juvenis, júniores e séniores) e como dirigente (Presidente da Assembleia Geral e Vice-Presidente da Direcção) endereço os parabéns e os votos de um futuro cheio de sucessos.
Carta Educativa do Vale do Lima e do Vale do Minho aprovadas
Fala-se muito em reformas, em mudanças profundas no sistema educativo, na necessidade de trabalhar no registo da modernidade e da inovação. Esta foi a tónica do discurso da educação durante muitos anos, mas nunca se foi tão longe como agora, reformando onde, de facto, era necessário reformar.
A rede escolar do 1º ciclo estava obsoleta, baseada num modelo com mais de cinquenta anos, período de tempo durante o qual tudo mudou, excepto o 1º ciclo português e as suas escolas. Era necessário ajustar a rede às necessidades de novos tempos e à enorme queda da natalidade que entretanto se verificou.
Tal só é possível com encerramento de escolas isoladas, com reduzido número de alunos. Tal está a ser feito. Mas o mais importante vem a seguir. É necessário redefinir a rede, construir novos edifícios ou remodelar as escolas existentes, equipá-las para um novo tempo, prepará-las para o sucesso educativo.
A vontade política existe. O planeamento é elemento fundamental para a concretização destas ideias. Por isso assumem tão grande importância as cartas educativas que foram esta semana homologadas pela tutela. Entre elas duas intermunicipais, um modelo em que o Alto Minho foi pioneiro, com as cartas do Vale do Lima e Vale do Minho.
Agora não há desculpas possíveis. Temos todas as condições para enfrentar o futuro com optimismo, há autorização e empenho do Governo para fechar escolas e construir novos centros. O futuro é já ali...
ver notícia sobre esta temática
PS. Sempre estivemos do lado da reformulação da rede. Apesar de discordarmos de algumas medidas insertas na Carta Educativa do Vale do Lima respeitantes a Ponte de Lima, estamos convencidos que nos próximos anos a será mais fácil entender que opções mais válidas podem ser seguidas...
Fala-se muito em reformas, em mudanças profundas no sistema educativo, na necessidade de trabalhar no registo da modernidade e da inovação. Esta foi a tónica do discurso da educação durante muitos anos, mas nunca se foi tão longe como agora, reformando onde, de facto, era necessário reformar.
A rede escolar do 1º ciclo estava obsoleta, baseada num modelo com mais de cinquenta anos, período de tempo durante o qual tudo mudou, excepto o 1º ciclo português e as suas escolas. Era necessário ajustar a rede às necessidades de novos tempos e à enorme queda da natalidade que entretanto se verificou.
Tal só é possível com encerramento de escolas isoladas, com reduzido número de alunos. Tal está a ser feito. Mas o mais importante vem a seguir. É necessário redefinir a rede, construir novos edifícios ou remodelar as escolas existentes, equipá-las para um novo tempo, prepará-las para o sucesso educativo.
A vontade política existe. O planeamento é elemento fundamental para a concretização destas ideias. Por isso assumem tão grande importância as cartas educativas que foram esta semana homologadas pela tutela. Entre elas duas intermunicipais, um modelo em que o Alto Minho foi pioneiro, com as cartas do Vale do Lima e Vale do Minho.
Agora não há desculpas possíveis. Temos todas as condições para enfrentar o futuro com optimismo, há autorização e empenho do Governo para fechar escolas e construir novos centros. O futuro é já ali...
ver notícia sobre esta temática
PS. Sempre estivemos do lado da reformulação da rede. Apesar de discordarmos de algumas medidas insertas na Carta Educativa do Vale do Lima respeitantes a Ponte de Lima, estamos convencidos que nos próximos anos a será mais fácil entender que opções mais válidas podem ser seguidas...
quinta-feira, janeiro 04, 2007
terça-feira, janeiro 02, 2007
Pensar na justa medida da nossa dimensão
Pensar em grande não é proibido, até pode ser benéfico. Mas executar acima das possibilidades, esquecendo a dimensão do burgo pode constituir um problema sério no futuro.
De acordo com o Plano e Orçamento para 2007 do Município de Ponte de Lima, um dos grandes objectivos é a construção de um pavilhão multiusos, uma infrestrutura polifacetada capaz de albergar eventos de diversos tipos, desde os desportivos, aos culturais e recreativos.
O nosso concelho está bem servido de salas e espaços para actividades desportivas, culturais e recreativas, onde apenas é necessário introduzir alguns ajustamentos pontuais, sem a necessidade de uma estrutura de grande dimensão e preço e com uma perspectiva de ocupação reduzida. Os custos com a manutenção são enormes e julgo que as finanças locais poderão, num futuro próximo, ficar condicionadas pela manutenção do património da autarquia. Com multiusos em Guimarães, Braga (Parque de Exposições), Viana do Castelo (concurso foi lançado para o chamado Coliseu), Ponte de Lima vai entrar no grande rol de vilas e cidades com elefantes brancos que geram despesa e poucos ou nenhuns proveitos.
Por isso, não entro na discussão da localização do pavilhão multiusos. Sou, pura e simplesmente, contra a sua construção, que vai ficar cara antes e depois das obras concluídas!
Pensar em grande não é proibido, até pode ser benéfico. Mas executar acima das possibilidades, esquecendo a dimensão do burgo pode constituir um problema sério no futuro.
De acordo com o Plano e Orçamento para 2007 do Município de Ponte de Lima, um dos grandes objectivos é a construção de um pavilhão multiusos, uma infrestrutura polifacetada capaz de albergar eventos de diversos tipos, desde os desportivos, aos culturais e recreativos.
O nosso concelho está bem servido de salas e espaços para actividades desportivas, culturais e recreativas, onde apenas é necessário introduzir alguns ajustamentos pontuais, sem a necessidade de uma estrutura de grande dimensão e preço e com uma perspectiva de ocupação reduzida. Os custos com a manutenção são enormes e julgo que as finanças locais poderão, num futuro próximo, ficar condicionadas pela manutenção do património da autarquia. Com multiusos em Guimarães, Braga (Parque de Exposições), Viana do Castelo (concurso foi lançado para o chamado Coliseu), Ponte de Lima vai entrar no grande rol de vilas e cidades com elefantes brancos que geram despesa e poucos ou nenhuns proveitos.
Por isso, não entro na discussão da localização do pavilhão multiusos. Sou, pura e simplesmente, contra a sua construção, que vai ficar cara antes e depois das obras concluídas!
domingo, dezembro 31, 2006
sexta-feira, dezembro 29, 2006
Um Oásis
Foi muito contestado, isso é verdade. Ainda o está a ser, não o podemos ignorar. Tem aspectos que levantam ainda muitas reticências.
Mas, segundo dados revelados pelo Presidente da CCDR Norte apenas 3 PDM, num universo de 86 foram revistos até hoje. E um deles é o de Ponte de Lima. Podíamos a estar hoje a lamentar o facto do primeiro PDM ainda não ter sido revisto, sabendo que o anterior tecnicamente era bastante fraco. Mas não, estamos na vanguarda da revisão e apenas nos queixamos dos aspectos que podem estar menos bem. E são ainda muitos esses aspectos!
Neste particular, atendendo aos números, Ponte de Lima é um Oásis.
Mas não é só. Um Oásis somos também relativamente ao planeamento da maior zona urbana do concelho. Essa mesmo, precisamente a de Ponte de Lima a sua sede. Conhecemos cartas que datam de 1989 com uma proposta de Plano de Urbanização de Ponte de Lima. A partir daí nunca saiu da fase de elaboração, tendo começado a revisão antes mesmo de uma primeira versão ser aprovada. E aqui é que "a porca torce o rabo", enquanto se estuda e se fazem levantamentos o urbanismo nas zonas de expansão urbana de Ponte de Lima é o que se vê. Tirando a construção, pouco resta, porque o que interessa é construir, rentabilizar, vender. Os espaços de fruição colectiva ficam para novas núpcias.
E, já agora que falamos em urbanismo, uma referência a um dos maiores tabus dos últimos 30 anos.
Tendo em conta que as zonas de expansão urbana já vão muito além dos limites da freguesia de Ponte de Lima;
Tendo em conta que o afastamento da zona histórica é já a perder de vista;
Sendo evidente que o impacto na paisagem é cada vez mais diminuto.
Será que alguém estará disposto a deitar por terra o maior tabu do poder local democrático, ou seja, a limitação da construção a rés-do-chão + 3 pisos, que ajuda - e de que maneira - a que não existam zonas verdes e espaços de fruição pública em Ponte de Lima?
Um tema para discussão em 2007?
Foi muito contestado, isso é verdade. Ainda o está a ser, não o podemos ignorar. Tem aspectos que levantam ainda muitas reticências.
Mas, segundo dados revelados pelo Presidente da CCDR Norte apenas 3 PDM, num universo de 86 foram revistos até hoje. E um deles é o de Ponte de Lima. Podíamos a estar hoje a lamentar o facto do primeiro PDM ainda não ter sido revisto, sabendo que o anterior tecnicamente era bastante fraco. Mas não, estamos na vanguarda da revisão e apenas nos queixamos dos aspectos que podem estar menos bem. E são ainda muitos esses aspectos!
Neste particular, atendendo aos números, Ponte de Lima é um Oásis.
Mas não é só. Um Oásis somos também relativamente ao planeamento da maior zona urbana do concelho. Essa mesmo, precisamente a de Ponte de Lima a sua sede. Conhecemos cartas que datam de 1989 com uma proposta de Plano de Urbanização de Ponte de Lima. A partir daí nunca saiu da fase de elaboração, tendo começado a revisão antes mesmo de uma primeira versão ser aprovada. E aqui é que "a porca torce o rabo", enquanto se estuda e se fazem levantamentos o urbanismo nas zonas de expansão urbana de Ponte de Lima é o que se vê. Tirando a construção, pouco resta, porque o que interessa é construir, rentabilizar, vender. Os espaços de fruição colectiva ficam para novas núpcias.
E, já agora que falamos em urbanismo, uma referência a um dos maiores tabus dos últimos 30 anos.
Tendo em conta que as zonas de expansão urbana já vão muito além dos limites da freguesia de Ponte de Lima;
Tendo em conta que o afastamento da zona histórica é já a perder de vista;
Sendo evidente que o impacto na paisagem é cada vez mais diminuto.
Será que alguém estará disposto a deitar por terra o maior tabu do poder local democrático, ou seja, a limitação da construção a rés-do-chão + 3 pisos, que ajuda - e de que maneira - a que não existam zonas verdes e espaços de fruição pública em Ponte de Lima?
Um tema para discussão em 2007?
quarta-feira, dezembro 27, 2006
ALERTA!
As notícias contiunuam a surgir, mas por cá parece que o alerta ainda não soou. O encerramento da esquadra da PSP parace um dado mais do que adquirido. O anúncio oficial, a crer no artigo da edição de 23 de Dezembrodo Expresso, será efectuado por António Costa no primeiro trimestre de 2007, e deixará a PSP de fora "dos aglomerados com menos de 15 000 habitantes". Esta é a vontade da própria PSP (não é só o Ministério), baseada num estudo da consultora Acenture.
Vai Ponte de Lima aceitar pacificamente esta decisão?
Perante a sua inevitabilidade, o que vai esta terra exigir, em termos de meios e serviços, à GNR?
Depois de verificarmos o sucesso de algumas medidas implementadas nos últimos tempos, casos da" Escola Segura" e do "Polícia do meu bairro", o caminho é o encerramento da esquadra da PSP de Ponte de Lima?
Da parte do "Parar para Pensar" o NÃO ao encerramento é rotundo.
Eis algumas das razões:
1. Aumento da área de intervenção da GNR;
2. Inexistência de garantia de aumento significativo de meios humanos e materiais para a GNR de Ponte de Lima, pelo menos ao nível dos actualmente existentes para o conjunto GNR/PSP;
3. Sensibilidade da zona urbana de Ponte de Lima, com uma elevada densidade populacional, zona de passagem de milhares de pessoas diariamente;
4. Necessidade de aumentar a vigilância no centro histórico, cada vez mais despovoado, onde estão instaladas muitas estruturas de comércio e serviços;
5. Afinidade de dácadas entre a PSP e a população de Ponte de Lima;
6. Programas em curso, que ficarão seriamente comprometidos;
Deixe a sua opinião sobre esta questão.
As notícias contiunuam a surgir, mas por cá parece que o alerta ainda não soou. O encerramento da esquadra da PSP parace um dado mais do que adquirido. O anúncio oficial, a crer no artigo da edição de 23 de Dezembrodo Expresso, será efectuado por António Costa no primeiro trimestre de 2007, e deixará a PSP de fora "dos aglomerados com menos de 15 000 habitantes". Esta é a vontade da própria PSP (não é só o Ministério), baseada num estudo da consultora Acenture.
Vai Ponte de Lima aceitar pacificamente esta decisão?
Perante a sua inevitabilidade, o que vai esta terra exigir, em termos de meios e serviços, à GNR?
Depois de verificarmos o sucesso de algumas medidas implementadas nos últimos tempos, casos da" Escola Segura" e do "Polícia do meu bairro", o caminho é o encerramento da esquadra da PSP de Ponte de Lima?
Da parte do "Parar para Pensar" o NÃO ao encerramento é rotundo.
Eis algumas das razões:
1. Aumento da área de intervenção da GNR;
2. Inexistência de garantia de aumento significativo de meios humanos e materiais para a GNR de Ponte de Lima, pelo menos ao nível dos actualmente existentes para o conjunto GNR/PSP;
3. Sensibilidade da zona urbana de Ponte de Lima, com uma elevada densidade populacional, zona de passagem de milhares de pessoas diariamente;
4. Necessidade de aumentar a vigilância no centro histórico, cada vez mais despovoado, onde estão instaladas muitas estruturas de comércio e serviços;
5. Afinidade de dácadas entre a PSP e a população de Ponte de Lima;
6. Programas em curso, que ficarão seriamente comprometidos;
Deixe a sua opinião sobre esta questão.
Portugal e o Alto Minho esvaziam-se cada vez mais...
Vai fechar o consulado de Portugal em Vigo.
Enquanto a força e os interesses galegos no Alto Minho são cada vez maiores, Portugal encerra o seu consulado na cidade de Vigo.
Sinal de crise?
Não, sinal de pequenês!
Notícia no Público
Vai fechar o consulado de Portugal em Vigo.
Enquanto a força e os interesses galegos no Alto Minho são cada vez maiores, Portugal encerra o seu consulado na cidade de Vigo.
Sinal de crise?
Não, sinal de pequenês!
Notícia no Público
terça-feira, dezembro 26, 2006
As expressões disjuntivas
A política é um campo imprescindível nas sociedades modernas, onde a dialéctica assume um papel central. Aí é muito vulgar ouvir-se ou ler-se expressões de carácter disjuntivo, muitas vezes condicionadas por questões ideológicas, por compromissos do passado, por falhanços das políticas ou de opções recentes e até pelas caras das personagens envolvidas.
Sendo evidente que gerir, liderar um projecto é também assumir a responsabilidade de optar, de escolher um caminho, de resolver os problemas das pessoas através do caminho mais correcto, devidamente fundamentado, em política também é importante avaliar as vantagens e inconvenientes dos caminhos seguidos, o seu impacto na qualidade vida das pessoas e os custos para a comunidade, custos que podem ter um carácter monetários, material ou até ambiental.
Parece-nos que, a crer em diversas posições assumidas recentemente por políticos locais, se está a deixar para um plano secundário o interesse comum para dar resposta a interesses individuais ou de pequenas colectividades, ou até escondendo reveses pessoais.
Por isso não estranhamos que se ouçam expressões como “a gastronomia é melhor do que quatro IKEA”, que é preferível “o desenvolvimento económico à paisagem”.
A primeira expressão, da autoria do Presidente do Município de Ponte de Lima, Daniel Campelo é paradoxal. Na ressaca de um dos maiores revezes do seu mandato, a instalação em Paços de Ferreira de uma unidade fabril IKEA, um investimento anunciado em Ponte de Lima e que tinha este concelho como um dos principais candidatos à sua instalação, refere que a gastronomia é mais importante do que quatro IKEA. Ninguém de bom senso questiona a centralidade da gastronomia como pólo de atracção e de promoção de Ponte de Lima. O que é contestável e até lamentável é que o responsável máximo do concelho direccione apenas para a gastronomia e o turismo as prioridades da gestão municipal. O que se tem verificado, até hoje, é que o turismo, o património e a gastronomia não chegam. E arrisco a acrescentar que não chegam nem chegarão. Enquanto não houver um investimento sério e empenhado, elevado à categoria de prioridade municipal, no desenvolvimento económico, na captação de investimentos e criação de postos de trabalho, não existirá rendimento disponível, não haverá dinheiro para circular no concelho. O momento actual é de depressão que, como consequência se arrasta ao sector que mais postos de trabalho e capacidade económica deu até hoje ao concelho: o comércio, que definha e por quem nada tem sido feito.
Ao contrário daquilo que pensa e, a julgar pelos resultados obtidos, pensou o Sr. Presidente do Município, é possível e desejável que sejam compatibilizados os investimentos, a criação de riqueza, o aumento do rendimento disponível pela via de instalação de unidades industriais não poluentes, nas dezenas de lugares existentes nos dois pólos industriais do concelho, com a preservação do património arquitectónico, paisagístico e gastronómico, como factores de atracção turística. Tudo isto é possível e desejável e não devem ser descurado um em detrimento de outro.
Como também não é desejável que se feche os olhos à destruição da paisagem, à dilaceração dos recursos naturais de Ponte de Lima em nome de postos de trabalho, da manutenção de uma actividade económica industrial e artesanal.
O granito é, sem sombra de dúvidas, um elemento muito importante na economia do concelho, pelos postos de trabalho e pelos fluxos financeiros que gera. Mas é também importante criar condições dignas de trabalho para quem nele trabalha e gerir de uma forma equilibrada – respeito pelo ambiente, pelas populações e pela manutenção dos postos de trabalho – todo este processo. Por que é possível e desejável que haja emprego, que haja dinamismo económico, que se mantenha a tradição do trabalho em granito no concelho, mas que se preserve a Serra d’Antelas, os recursos naturais aí existentes e até os recursos para que as centenas de postos de trabalho aí existentes possam ser mantidos durante muitos e largos anos. Aqui também é possível conseguir o pleno: paisagem, postos de trabalho e economia.
Outros tabus, muito próximos do “ou”, podem aqui ser referidos. A feira quinzenal “em torno da qual giram quase todos os valores culturais da região”, segundo o presidente do município, já nada tem das feiras do passado: nem os produtos, nem os produtores locais, nem o carisma, na a importância económica que muitos lhe continuam a atribuir. Não pode ser um tabu o seu estado, a sua desorganização, o seu crescimento desregrado, o caos que causa no centro da vila, a falta de condições para expositores e compradores. É fundamental mudar, porque a história faz-se de mudança. Não é necessário mudar tudo, mas aproximar a feira da novel feira do gado, criar melhores condições para todos, limitar o número de lugares de exposição, libertar a Avenida dos Plátanos e Passeio 25 de Abril, podem ser um bom início para uma revolução que apenas pode permitir à feira a continuação de um estatuto que já teve mas que, decididamente, não tem na actualidade.
E quem fala em feira, fala no areal fronteiro a Ponte de Lima. Desde 1993 que se fala numa intervenção de fundo na zona. Mas passados 13 anos, nada. É a zona mais degradada das margens do Rio Lima entre a Guia e as Veigas de Crasto. Um novo enquadramento para a ponte, um novo passeio 25 de Abril, uma nova sala de visitas para Ponte de Lima!
A tónica é a do equilíbrio, a da procura de consensos e da utilização de conjunções em detrimentos das disjunções. Vamos trocar o “ou” pelo “e”. Comecemos pela língua portuguesa para que seja possível uma outra atitude política.
A política é um campo imprescindível nas sociedades modernas, onde a dialéctica assume um papel central. Aí é muito vulgar ouvir-se ou ler-se expressões de carácter disjuntivo, muitas vezes condicionadas por questões ideológicas, por compromissos do passado, por falhanços das políticas ou de opções recentes e até pelas caras das personagens envolvidas.
Sendo evidente que gerir, liderar um projecto é também assumir a responsabilidade de optar, de escolher um caminho, de resolver os problemas das pessoas através do caminho mais correcto, devidamente fundamentado, em política também é importante avaliar as vantagens e inconvenientes dos caminhos seguidos, o seu impacto na qualidade vida das pessoas e os custos para a comunidade, custos que podem ter um carácter monetários, material ou até ambiental.
Parece-nos que, a crer em diversas posições assumidas recentemente por políticos locais, se está a deixar para um plano secundário o interesse comum para dar resposta a interesses individuais ou de pequenas colectividades, ou até escondendo reveses pessoais.
Por isso não estranhamos que se ouçam expressões como “a gastronomia é melhor do que quatro IKEA”, que é preferível “o desenvolvimento económico à paisagem”.
A primeira expressão, da autoria do Presidente do Município de Ponte de Lima, Daniel Campelo é paradoxal. Na ressaca de um dos maiores revezes do seu mandato, a instalação em Paços de Ferreira de uma unidade fabril IKEA, um investimento anunciado em Ponte de Lima e que tinha este concelho como um dos principais candidatos à sua instalação, refere que a gastronomia é mais importante do que quatro IKEA. Ninguém de bom senso questiona a centralidade da gastronomia como pólo de atracção e de promoção de Ponte de Lima. O que é contestável e até lamentável é que o responsável máximo do concelho direccione apenas para a gastronomia e o turismo as prioridades da gestão municipal. O que se tem verificado, até hoje, é que o turismo, o património e a gastronomia não chegam. E arrisco a acrescentar que não chegam nem chegarão. Enquanto não houver um investimento sério e empenhado, elevado à categoria de prioridade municipal, no desenvolvimento económico, na captação de investimentos e criação de postos de trabalho, não existirá rendimento disponível, não haverá dinheiro para circular no concelho. O momento actual é de depressão que, como consequência se arrasta ao sector que mais postos de trabalho e capacidade económica deu até hoje ao concelho: o comércio, que definha e por quem nada tem sido feito.
Ao contrário daquilo que pensa e, a julgar pelos resultados obtidos, pensou o Sr. Presidente do Município, é possível e desejável que sejam compatibilizados os investimentos, a criação de riqueza, o aumento do rendimento disponível pela via de instalação de unidades industriais não poluentes, nas dezenas de lugares existentes nos dois pólos industriais do concelho, com a preservação do património arquitectónico, paisagístico e gastronómico, como factores de atracção turística. Tudo isto é possível e desejável e não devem ser descurado um em detrimento de outro.
Como também não é desejável que se feche os olhos à destruição da paisagem, à dilaceração dos recursos naturais de Ponte de Lima em nome de postos de trabalho, da manutenção de uma actividade económica industrial e artesanal.
O granito é, sem sombra de dúvidas, um elemento muito importante na economia do concelho, pelos postos de trabalho e pelos fluxos financeiros que gera. Mas é também importante criar condições dignas de trabalho para quem nele trabalha e gerir de uma forma equilibrada – respeito pelo ambiente, pelas populações e pela manutenção dos postos de trabalho – todo este processo. Por que é possível e desejável que haja emprego, que haja dinamismo económico, que se mantenha a tradição do trabalho em granito no concelho, mas que se preserve a Serra d’Antelas, os recursos naturais aí existentes e até os recursos para que as centenas de postos de trabalho aí existentes possam ser mantidos durante muitos e largos anos. Aqui também é possível conseguir o pleno: paisagem, postos de trabalho e economia.
Outros tabus, muito próximos do “ou”, podem aqui ser referidos. A feira quinzenal “em torno da qual giram quase todos os valores culturais da região”, segundo o presidente do município, já nada tem das feiras do passado: nem os produtos, nem os produtores locais, nem o carisma, na a importância económica que muitos lhe continuam a atribuir. Não pode ser um tabu o seu estado, a sua desorganização, o seu crescimento desregrado, o caos que causa no centro da vila, a falta de condições para expositores e compradores. É fundamental mudar, porque a história faz-se de mudança. Não é necessário mudar tudo, mas aproximar a feira da novel feira do gado, criar melhores condições para todos, limitar o número de lugares de exposição, libertar a Avenida dos Plátanos e Passeio 25 de Abril, podem ser um bom início para uma revolução que apenas pode permitir à feira a continuação de um estatuto que já teve mas que, decididamente, não tem na actualidade.
E quem fala em feira, fala no areal fronteiro a Ponte de Lima. Desde 1993 que se fala numa intervenção de fundo na zona. Mas passados 13 anos, nada. É a zona mais degradada das margens do Rio Lima entre a Guia e as Veigas de Crasto. Um novo enquadramento para a ponte, um novo passeio 25 de Abril, uma nova sala de visitas para Ponte de Lima!
A tónica é a do equilíbrio, a da procura de consensos e da utilização de conjunções em detrimentos das disjunções. Vamos trocar o “ou” pelo “e”. Comecemos pela língua portuguesa para que seja possível uma outra atitude política.
sexta-feira, dezembro 22, 2006

O PARAR PARA PENSAR deseja a todos os seus leitores, de todos os continentes, mas que estão unidos e mobilizados em torno da LUSOFONIA e do amor a PONTE DE LIMA, um FELIZ NATAL e que esta data seja capaz de devolver ao Homem o ESPÍRITO SOLIDÁRIO E DE PAZ, capazes de tornar o planeta Terra num espaço onde reine a CONCÓRDIA E A IGUALDADE.
Uma bela prenda de Natal para os jovens
Mesmo em cima do Natal, o Secretário de Estado da Juventude veio a Ponte de Lima inaugurar a Loja da Juventude, a "Ponto Já", que vai servir a juventude no antigo edifício da Escola Primária de Ponte de Lima, situado na Avenida António Feijó, onde funciona também o Centro Internet.
Trata-se de uma infraestrutura que surge fruto de uma parceria entre a SEDJ e o Município, que vem fornecer aos jovens um espaço de informação, formação e lazer, multifacetado e capaz de responder às necessidades e expectativas da juventude limiana.
É uma das três lojas existentes no distrito: a de Viana do Castelo (na Delegação Regional do IPJ) e as novas, inauguradas na sexta-feira 22, de Ponte de Lima e Arcos de Valdevez.
A crer nas palavras do Presidente da Município de Ponte de Lima na última Assembleia Municipal, os jovens limianos têm razões para estarem satisfeitos. Depois da loja virá o Cartão Jovem com benefícios diversos contratualizados com a SEDJ.
Faltam agora outro tipo de incentivos e apoio aos jovens: apoio na habitação (habitação a custos controlados, apoio na instalação de jovens nas moradias devolutas do centro histórico, incentivos à construção de habitação própria, emprego com incentivos à fixação de unidades industriais, apoio à constituição de projectos empresariais próprios, incentivo à prática desportiva com mais apoio às associações e construção de mais e melhores infraestruturas - o parque radical, um circuito de manutenção, espaços verdes, desportivos e de lazer nas zonas de expansão urbana ...
Mesmo em cima do Natal, o Secretário de Estado da Juventude veio a Ponte de Lima inaugurar a Loja da Juventude, a "Ponto Já", que vai servir a juventude no antigo edifício da Escola Primária de Ponte de Lima, situado na Avenida António Feijó, onde funciona também o Centro Internet.
Trata-se de uma infraestrutura que surge fruto de uma parceria entre a SEDJ e o Município, que vem fornecer aos jovens um espaço de informação, formação e lazer, multifacetado e capaz de responder às necessidades e expectativas da juventude limiana.
É uma das três lojas existentes no distrito: a de Viana do Castelo (na Delegação Regional do IPJ) e as novas, inauguradas na sexta-feira 22, de Ponte de Lima e Arcos de Valdevez.
A crer nas palavras do Presidente da Município de Ponte de Lima na última Assembleia Municipal, os jovens limianos têm razões para estarem satisfeitos. Depois da loja virá o Cartão Jovem com benefícios diversos contratualizados com a SEDJ.
Faltam agora outro tipo de incentivos e apoio aos jovens: apoio na habitação (habitação a custos controlados, apoio na instalação de jovens nas moradias devolutas do centro histórico, incentivos à construção de habitação própria, emprego com incentivos à fixação de unidades industriais, apoio à constituição de projectos empresariais próprios, incentivo à prática desportiva com mais apoio às associações e construção de mais e melhores infraestruturas - o parque radical, um circuito de manutenção, espaços verdes, desportivos e de lazer nas zonas de expansão urbana ...
quinta-feira, dezembro 21, 2006
As SCUT e os critérios para a sua taxação
Que a Nacional 13 não é alternativa à A29 (antigo IC1), julgo que todos o aceitam. Que os rendimentos da população do Alto Minho está muito abaixo da média nacional e dos limites fixados para a taxação das SCUT é por todos reconhecido.
Agora porque é que introduziram portagens na A29 é que não consigo entender. Será que, por Braga ser atravessada pela A29 e o Porto albergar um dos extremos desta via, Viana tem que pagar aquilo a que, por direito, deve beneficiar gratuitamente? (não fui eu que o afirmei, nem votei em quem publicamente o prometeu!). E, já agora, porque é que à Via do Infante, também ela uma SCUT, não são aplicados os mesmos critérios da A29.
Dúvidas, muitas dúvidas…
Que a Nacional 13 não é alternativa à A29 (antigo IC1), julgo que todos o aceitam. Que os rendimentos da população do Alto Minho está muito abaixo da média nacional e dos limites fixados para a taxação das SCUT é por todos reconhecido.
Agora porque é que introduziram portagens na A29 é que não consigo entender. Será que, por Braga ser atravessada pela A29 e o Porto albergar um dos extremos desta via, Viana tem que pagar aquilo a que, por direito, deve beneficiar gratuitamente? (não fui eu que o afirmei, nem votei em quem publicamente o prometeu!). E, já agora, porque é que à Via do Infante, também ela uma SCUT, não são aplicados os mesmos critérios da A29.
Dúvidas, muitas dúvidas…
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